segunda-feira, 17 de setembro de 2018

UMA NOVA ALIANÇA!





Um lindo arco-iris anuciava uma nova etapa, pelo menos era o que todos esperavam, quando observamos aquela linda aliança colorida que nenhum homem no mundo poderia ousar construí-lo.
- Você podia abri essa porta? - gritou Flaviano lá da cozinha.7
- Calma  já to indo. - respondeu Egídio saindo do quarto ainda sonolento:
Uma figura altiva com um sobretudo e chapéu preto apareceu diante do jovem que arregalou os olhos como se tivesse visto um fantasma: 
- Pai! o que o senhor está fazendo aqui essa hora? -  Perguntou Egídio muito pálido.
O velho pai nada falou, simplesmente entrou e quando o rapaz fechou a porta falou-
- Você realmente não sabe o que estou fazendo aqui? - perguntou sr.Oscar.
Flaviano apareceu com um anjo da guarda tentado amenizar a situação;
- Bom dia sr.Oscar! eu já conversei tudo com Egídio, já tá tudo certo. 
- Certo o como? quem pode me explicar?
- Vamos tomar um cafezinho, e podemos conversar; - sugeriu Flaviano.
Os três homens saboreava o café em silencio, mas um clima tenso pairava no ar.
- Olha pai eu reconheço que tenho sido muito infantil, e ate mesmo inconsequente, e prometo que de agora por... -     Egídio foi interrompido pelo pai.
- Chega! Eu já tomei a minha decisão, nós vamos voltar amanhã mesma pra nossa casa, já deixei seus irmãos sozinhos pro muito tempo.
- Mas não posso ir agora, tenho que resolver algumas coisa que estão pendentes.- 
- Resolva hoje, porque agora mesmo vou na estacão comprar os nossos bilhetes para o primeiro trem de amanha. - Disse o velho determinado.
- Por favor pai, Flaviano conversou comigo, e eu não posso deixar Elizabeth sozinha, afinal de contas ela brigou com o pai por minha causa.
- Por que você pensou nisso antes de deixar a pobre moça se prejudicar?- argumentou o pai.
- Já está decidido, saia agora e resolva suas pendencias. - Sr. Oscar ia saindo mas de repente voltou e falou:- E veja se não vai sair por ai enchendo a cara, garanto que as coisa vai ficar preta.-  E saiu batendo a porta
Egídio estava apavorado, nunca tinha visto seu pai tão  aborrecido, olhou para o amigo e perguntou:
- E agora, o que vou fazer?           
  

segunda-feira, 12 de fevereiro de 2018

" AMIGO É PRA ESSAS COISAS!






O carro parou enfrente a casa, os dois rapazes saíram e caminhavam em silencio, quando de repente lesse o cachorrinho de Egídio pulou em cima do jovem que se desequilibrou e caiu na grama. O cãozinho demostrando alegria começou lamber o rosto do seu dono, ao ver aquela cena Flaviana não consegui se controlar e caiu na risada:
- Viu o que você provoca? até lesse estava preocupado com você.- falou Flaviano tentando mudar o astral, mas Egídio não gostou e respondeu zangado:
- Até agora não entendi o motivo tanta confusão, eu só queria me distrair um pouco, eu tenho direito não tenho?
- Claro que tem, mas com responsabilidade.- respondeu o amigo dando a mão a para ajudar Egídio a se levantar.
- Não estou bêbado, se é isso que está insinuado.- Se levantou e cambaleando entrou da casa.
Flaviano por alguns instante olhou para os ceus e falou baixinho:
- Me ajuda Senhor! - e entrou pensando como seria a conversa.
Egídio sentado do sofa acariciava lesse, Flaviano se aproximou do amigo e disse:
- Vá tomar um banho enquanto eu preparo um café pra gente, preciso ter um conversa muito seria com você. -
- Tem que ser hoje? estou com dor de cabeça horrivel.- murmurou o rapaz.
- Sim, tem que ser hoje, amanhã pode ser muito tarde.- falou Flaviano pensando que S.Oscar estava decidido a levar seu amigo de volta a Mata de S.João, e era isso que ele mais temia.
- Você tá me assustando, é sobre o que?-
- Quando tomar seu banho, voê logo saberá.
Meia hora depois Egídio aparecia na sala com aparência bem melhor, mas seus olhos estavam vermelhos com se tivesse chorado.
- Pronto estou a sua disposição.
Flaviano se aproximou do amigo com uma xícara de cafe  e com muita firmeza falou:
- Espero que você entenda tudo que vou te dizer, essa conversa pode mudar o rumo dessa historia.
O jovem parecia assustado, foi até a mesa colocou o café na xícara tomou um gole e disse:
- Seja o for eu vou entender, porque você é meu irmão, e sei que só quer meu bem.
Egídio estava com olhos marejados de lagrimas!
Essa atitude do rapaz desmontou Flaviano, que pra desfaçar sua emoção foi abri as janelas aproveitou  para respirar a frescura da noite.
- Vamos ao que interessa!






quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

" ENGANOSO É O CORAÇÃO! "

    
                                     
           


Aquele não era momento de se desesperar, é justamente nessas horas que é preciso manter a  calma, foi isso que Flaviano teve que fazer ante o olhar de ansiedade de Elizabeth  os gritos de Marly e as lagrimas de Nice:
- Depressa querido, parece que aconteceu alguma coisa com Egídio e a culpa é sua Betinha! – falou Marly causando mais pânico.
Elizabeth não conseguia falar, o seu coração estava apertado, sabia o quando Marly gostava de Egídio  por isso entendia seu desabafo, realmente era sua culpa tudo que estava acontecendo.
- Calma Marly! você não pode falar assim com Betinha, não estou vendo motivo para tanto desespero. Façam silencio para que eu possa ouvir e saber o que aconteceu. – disse Flaviano segurando o telefone com firmeza.
- Alô! Sim é ele. –
 - Pode falar, e como ele está? -  essa pergunta foi o bastante para as três mulheres corressem para junto do telefone.
- Muito obrigado, já estou indo para ir. – falou Flaviano colocando o telefone no gancho.
- O que aconteceu com Egídio? Por favor, fale logo? – perguntou Elizabeth segurando a mão de Flaviano:
-  Está com a consciência pesada? Você acabou com a vida do meu amigo.
Falou Marly chorando.
- Chega de acusações,você está fazendo um drama, Egídio tomou um porre e está do bar de Pepe, vou busca-lo. – disse Flaviano se dirigido para porta.
- Vou com você. -    disse Marly.
-Não, ele deve está envergonhado, vou leva-lo para casa, depois venho te buscar. -  e saiu rapidamente, e as três olharam uma pra outra, e aliviadas se abraçaram, Marly pediu desculpas a Elizabeth. 
 Quando Flaviano chegou, Pepe estava a sua espera, muito preocupado indicou onde se encontrava o amigo.
Egídio estava debruçado sobre a mesa, com aparência horrível, ficou com muita pena ao ver aquele jovem que aprendera a amar como a um irmão, rapaz inexperiente que não conhecia nada da vida, só queria ser feliz e ajudar ao pai e seus irmãos, mas seu coração armou uma cilada quando se apaixonou pro uma pessoa proibida. O coração é inconsequente, não se importa com os planos de ninguém, amar Elizabeth não estava em seus planos.
- O que aconteceu rapaz? – perguntou Flaviano dando um tapinha do ombro do jovem.
- Me perdoe meu amigo, te decepcionei não foi?  E o meu pai? – perguntou Egídio escondendo o rosto com as mãos.
- Deve está na casa do Seu João, mas agora vamos para casa tomar um banho e comer alguma coisa, precisamos conversar. -  Falou Flaviano muito sério, e rapidamente se dirígio ate o balção para pagar a conta. Pepe o dono do estabelecimento notando a preocupação do rapaz, perguntou; - Tá tudo bem Flaviano? - Sim Pepe, pode ficar tranquilo. - Pagou a conta e sairam juntos. 
Durante toda volta para casa os dois ficaram em silencio, Egídio fingia cochilar, mas na verdade estava preocupado com o pai, nunca em sua vida se comportará com tanta irresponsabilidade, e agora em um segundo ia perder a confiança do seu pai, o homem que admirava em todos os sentidos, severo muitas vezes, mas muito responsável com sua família. 
De repente Flaviano não suportando mais o sinlencio parou carro no acostamento e  muito irritado falou alto;
-Droga! Como pode se comportar dessa maneira, deixando todos preocupado  não adiantou nada, o que eu mais temia vai acontecer, tá satisfeito agora?
- O que vai acontecer? fala Flaviano?- O rapaz perguntou desesperado.
Dando partida do carro,Flaviano falou mais calmo;- Conversamos em casa.
CONTINUA...




sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

SIMPLESMENTE AMOR!


O céu começava a escurecer, e os pingos de chuva anunciavam que uma tempestade se aproximava as pessoas andam apressadas procurando chegar em casa antes que a chuva caísse e o transito engarrafasse.
Com passos lentos, sem se importar com a situação Egídio caminhava de cabeça baixa e mãos no bolso, o rapaz estava visivelmente abatido, os pensamentos invadiam sua mente, não entendia o comportamento da sua amada, era uma grande decepção!
Enquanto isso Nice muito aborrecida conversava com Betinha:
- Até agora não conseguir entender a sua atitude, como pode fazer isso com Egídio?- A amiga estava realmente irritada.
- Eu fiz o que era melhor pra todos, menos pra mim. Foi simplesmente por amor, eu não posso destruir os sonhos de uma família. – falou Elizabeth arrasada.
- Amor? Que amor é esse que desiste de lutar no primeiro obstáculo. – disse Nice.
- Eu estou sofrendo também, e não é o primeiro obstáculo, desde o principio do nosso namoro que tem sido uma perseguição,  estou cansada!-  Betinha desabou do choro e Nice abraçou a amiga com muito carinho.
- Desculpe querida, é que eu não consigo aceitar a separação de vocês. Calma! Vou preparar um chá para nós duas. -   
Eram quase dez heras da noite a campainha da porta toca as duas amigas se assustam quem poderia ser àquela hora.
- O que aconteceu? Onde está Elizabeth? – acompanhado de sua noiva Marly, Flaviano  invadindo a sala e foi em direção a Elizabeth.
- Porque vocês brigaram? Onde está Egídio? – Flaviano perguntou nervoso.
- Egídio não foi para casa?- perguntou Betinha.
- Não, liguei para seu Oscar pensando que ele estava lá e me arrependi, pois ele ficou preocupado e pediu para que viesse aqui na esperança que vocês estivessem juntos. -  disse Flaviano decepcionado.
O clima estava tenso, a preocupação com o paradeiro de Egídio estava estampado na fisionomia de cada um, de repente uma sugestão:
-  Minha gente porque estamos esperando, vamos sair para procurar nos lugares onde ele costuma ir, vai ser emocionante! – Marly se arrependeu da brincadeira, pois o seu noivo lançou lhe um de olhar de repreensão.
- Boa ideia, meu carro está aí fora, você vem Elizabeth? Perguntou Flaviano muito serio, talvez estivesse culpando a moça daquela situação, afinal o seu melhor amigo estava por aí debaixo de chuva.
- Não sei se devo, talvez ele não queira me ver. – falou Betinha indecisa.
Uma claridade rompeu no céu e logo a seguir um estrondo muito forte assustou a todos, e a chuva caiu mais forte.
- Meu Deus, que foi que eu fiz? Betinha cobriu o rosto com as mãos.
- Agora é impossível sair de carro, temos que aguardar a chuva melhorar.- disse Nice amparando a amiga.
O som do telefone aumentou a tensão e um olhou para o outro sem tomar a atitude de atender.
- Ninguém vai atender o telefone não é? Então eu vou.- falou mais um vez Marly.
- Alô, quem quer falar com ele? Aconteceu alguma coisa? Calma já vou passar para ele.  É pra você amor!- 
Flaviano pálido correu para atender ao telefone...


CONTINUA... 

sexta-feira, 22 de novembro de 2013

" DETALHES! "




Elisabeth observava a paisagem do lado de fora, o lindo céu estrelado, a lua solitária na imensidão da noite, respirou fundo procurando coragem para resolver de uma vez por todas aquela situação constrangedora onde  ela estava sentindo-se  o pivô do sofrimento daquele pai e principalmente por Egídio, que poderia tomar uma decisão que talvez um dia fosse se arrepender. Caminho lentamente em direção do Seu Oscar.
- Tudo resolvido, não precisa mais se preocupar. – falou Elizabeth segurando a mão do pai de Egídio.
- Resolvido como? não entendi  - perguntou Egídio aproximando-se da moça:
- Simplesmente não haverá casamento, vou voltar para casa e pedir desculpas ao meu pai. – falou Elizabeth forçando uma tranquilidade que estava longe de sentir.
- E eu?  Não conta a minha opinião? – falou Egídio com a voz alterada.
- Você continua sua vida com o objetivo de vencer e ajudar o seu pai, não foi pra isso que venho para Salvador? -  disse a moça sorrindo.
- Não acredito no que estou ouvido, quer dizer que tudo que enfrentamos para ficar juntos, não valeu de nada pra você? – agora o rapaz estava irritado, e seu Oscar procurou acalmar o filho.
- Calma! essa não é a solução, talvez eu não tenha me expressado com clareza. -  disse o velho bastante preocupado.
Seu Oscar se arrependeu de falar daquela maneira na frente de Elizabeth, não era a hora certa, mas a figura daquele homem do restaurante, o olhar frio observando seu filho, não saia da sua cabeça. O velho foi até a moça para consola-la : 
- O senhor tem razão e conseguiu abri meus olhos e enxergar a bobagem que íamos fazer. – disse a moça.
- Bobagem? Meu DEUS essa não é a mulher que estou apaixonado, a pessoa que conheci a quase uma ano e me mostrou uma amor de renúncias e me ensinou a lutar pelos nossos objetivos. – nunca o pai tinha visto o filho com tanta raiva ele sempre foi tranquilo.
- São apenas detalhes  que a vida nós proporciona como energia para continuar a nossa caminhada, e foi muito bom pra mim. – falou Elizabeth voltando para olhar a janela.

- Já entendi tudo, você caiu na real quando meu pai falou em morar no interior, a princesa não está acostumada com a vida dura. Pode voltar para o seu palácio. – falou Egídio abrido a porta e saindo pela noite a dentro e a moça viu quando o seu amado sumia na escuridão, e as lágrimas que estavam presas desceu pelo rosto livremente. 
     CONTINUA...


terça-feira, 12 de novembro de 2013

POR QUE TEM QUE SER ASSIM?












O coração do velho pai acelerou ao ver o casal com a fisionomia de quem precisava comunicar algo muito serio. Seu João tentando aliviar a tensão, falou com humor:
 - Acabei de preparar uma sopa deliciosa, querem ariscar? –
- Confesso que estou morrendo de fome, mas preciso antes conversar com  vocês. – disse Egídio referindo-se ao pai e ao amigo.
- Então vamos logo o que interessa. – falou seu Oscar parecendo preocupado.
E todos caminharam para sala de visitas, e quando estavam acomodados:
- Então pai, eu e Elizabeth conversamos muito e chegamos à conclusão de que seria melhor nos casarmos imediatamente. – o rapaz falou, olhando fixamente para o pai, com medo da sua reação, que por sua vez levantou-se lentamente, foi a até a janela, ficou imóvel observando a lua cor de prata que iluminava a pequena sala, ela parecia querer saber da resposta do pai de Egídio.
- Boa ideia, estou de acordo. - falou seu Oscar, depois de uma pausa angustiante.
- Obrigado pai, pensei que não ia concordar. – disse o filho abraçando o pai com força, enquanto Elizabeth sorria aliviada.
- Calma! Antes de comemorar, precisamos entrar em um acordo que talvez vocês não aceite. – falou seu Oscar.
- Fala Oscar, até eu fiquei curioso. – falou seu João com receio da separação que essa proposta poderia causar, pois a amizade de Egídio era muito grande, Egídio era como um filho, pois aliviou demais a saudade do único filho que até hoje não sabia o paradeiro, mas a esperança nunca saiu do seu coração.
- Eu pretendia tomar uma atitude antes da sua chegada, mas já que vocês decidiram casar-se já, mudei meus planos. – falou o pai do jovem.
- Por favor, meu pai diga logo, o que quer nos propor. -  Egídio estava nervoso. 
- Faço questão de organizar esse casamento o mais rápido possível, mas assim que estiverem casados, vamos embora para nossa casa em Mata de São João. - falou com voz firme o pai. O silencio se fez, só os olhares se comunicavam. 
Depois de alguns minutos seu João aproximou-se de seu Oscar e argumentou:
- Me perdoe se estou interferindo desse assunto, mas eu acho que você está sendo precipitado, pense bem! - 
- É o que eu tenho feito desde que chegue, tenho sofrido com o situação do meu filho e não posso ir embora simplesmente e deixa-lo aqui. e quem me garante que desse momento seu Albino não está tramando matar meu filho - a voz do pai estava abalada. 
- Pai me desculpe mas o senhor está exagerando, não posso acreditar que seu Albino sejs um assassino, alem do mais eu não fiz nada pra merecer esse fim. - falou Egídio apavorado. 
- Então você quer pagar pra ver? - Perguntou o velho pai com os olhos cheio de lagrimas. 
- O Senhor tem toda razão de pensar assim seu Oscar.- Falou Elizabeth com a voz  muito fraca. E a culpa de tudo que estamos passado, é minha.
- Não fale assim minha querida.- Falou Egídio abraçando a namorada com carinho.
Por esse motivo vou colocar um ponto final nessa historia  - Interrompeu Elizabeth, que enquanto todos ficavam surpreso ela foi até a janela para respirar ou tomar coragem!

                            CONTINUAÇÃO...



quinta-feira, 31 de outubro de 2013

" LEMBRANÇAS"






À tardinha ia caindo, o sol lentamente se retirava para o horizonte, sentado em uma cadeira de balanço o pai de Egídio com os olhos fechados viajava em seus pensamentos: - Como a vida dá muitas voltas! Ali naquele lugar longe de casa e dos outros filhos, era muito difícil para ele que desde a morte da sua querida esposa nunca se afastará dos filhos, pelo contrario procurava suprir a falta que eles sentiram da mãe, dando-lhes carinho atenção, é claro que nada substitui um colo materno, mas mesmo com aquele jeito carrancudo era um pai protetor.
- Oscar! Está dormindo? -  interrompeu seu João.
- Não, só estava meditando um pouco. – respondeu seu Oscar.
- Posso conversar com você? – perguntou seu João.
- Claro, sente-se aqui. – falou Oscar indicando a cadeira do lado.
- O que realmente está te preocupando? Notei que estava inquieto e quase não comeu nada. - argumentou o amigo.
O velho pai com uma ruga franzindo a testa e o olhar erguido para os céus falou com segurança:
- Preciso tirar meu filho daqui o mais rápido possível, e levar para nossa casa, onde ele estará seguro.  –
- Por quê? Não estou entendendo, logo agora que Egídio está feliz. -  perguntou seu João.
- Até quando vai durar essa felicidade? Até seu Albino armar outra cilada? Elizabeth é uma boa moça, mas o seu pai não está satisfeito com com esse namoro,ele deixou bem claro, que meu filho não é partido para sua filha. - falou seu Oscar muito aborrecido.
- Você acha que seu Albino pode tentar alguma coisa para separa os dois? - interrogou seu João com preocupação.
- Posso está enganado, mas hoje tive a impressão que um homem estava nos vigiando, isso me deixou muito preocupado. – falou seu Oscar.
- Calma! Vamos averiguá até onde isso pode ser verdade. – falou seu João com receio de perder o contato com Egídio, pois o considerava como filho.
- De que maneira? Não quero colocar a vida de meu filho em risco. –  argumentou seu Oscar.
- Tenho uma ideia, vamos jantar e mais tarde conversaremos com Flaviano, tenho certeza que podemos contar com ele.- disse o amigo entusiasmado.
Uma hora depois, quando se preparavam para irem á casa de Flaviano:
O ruído de motor de carro estacionando em frente à casa,  fez seu João ir até a janela e verificar quem seria os visitantes.

- Oscar adivinhe quem vem nos visitar? -  Perguntou seu João com alegria, com passos largos foi abrir a porta.
- O que aconteceu? vocês parecem assustados. - perguntou seu Oscar ao ver Egídio e Elizabeth entrando porta a dentro.  
CONTINUA...