sexta-feira, 20 de dezembro de 2013

SIMPLESMENTE AMOR!


O céu começava a escurecer, e os pingos de chuva anunciavam que uma tempestade se aproximava as pessoas andam apressadas procurando chegar em casa antes que a chuva caísse e o transito engarrafasse.
Com passos lentos, sem se importar com a situação Egídio caminhava de cabeça baixa e mãos no bolso, o rapaz estava visivelmente abatido, os pensamentos invadiam sua mente, não entendia o comportamento da sua amada, era uma grande decepção!
Enquanto isso Nice muito aborrecida conversava com Betinha:
- Até agora não conseguir entender a sua atitude, como pode fazer isso com Egídio?- A amiga estava realmente irritada.
- Eu fiz o que era melhor pra todos, menos pra mim. Foi simplesmente por amor, eu não posso destruir os sonhos de uma família. – falou Elizabeth arrasada.
- Amor? Que amor é esse que desiste de lutar no primeiro obstáculo. – disse Nice.
- Eu estou sofrendo também, e não é o primeiro obstáculo, desde o principio do nosso namoro que tem sido uma perseguição,  estou cansada!-  Betinha desabou do choro e Nice abraçou a amiga com muito carinho.
- Desculpe querida, é que eu não consigo aceitar a separação de vocês. Calma! Vou preparar um chá para nós duas. -   
Eram quase dez heras da noite a campainha da porta toca as duas amigas se assustam quem poderia ser àquela hora.
- O que aconteceu? Onde está Elizabeth? – acompanhado de sua noiva Marly, Flaviano  invadindo a sala e foi em direção a Elizabeth.
- Porque vocês brigaram? Onde está Egídio? – Flaviano perguntou nervoso.
- Egídio não foi para casa?- perguntou Betinha.
- Não, liguei para seu Oscar pensando que ele estava lá e me arrependi, pois ele ficou preocupado e pediu para que viesse aqui na esperança que vocês estivessem juntos. -  disse Flaviano decepcionado.
O clima estava tenso, a preocupação com o paradeiro de Egídio estava estampado na fisionomia de cada um, de repente uma sugestão:
-  Minha gente porque estamos esperando, vamos sair para procurar nos lugares onde ele costuma ir, vai ser emocionante! – Marly se arrependeu da brincadeira, pois o seu noivo lançou lhe um de olhar de repreensão.
- Boa ideia, meu carro está aí fora, você vem Elizabeth? Perguntou Flaviano muito serio, talvez estivesse culpando a moça daquela situação, afinal o seu melhor amigo estava por aí debaixo de chuva.
- Não sei se devo, talvez ele não queira me ver. – falou Betinha indecisa.
Uma claridade rompeu no céu e logo a seguir um estrondo muito forte assustou a todos, e a chuva caiu mais forte.
- Meu Deus, que foi que eu fiz? Betinha cobriu o rosto com as mãos.
- Agora é impossível sair de carro, temos que aguardar a chuva melhorar.- disse Nice amparando a amiga.
O som do telefone aumentou a tensão e um olhou para o outro sem tomar a atitude de atender.
- Ninguém vai atender o telefone não é? Então eu vou.- falou mais um vez Marly.
- Alô, quem quer falar com ele? Aconteceu alguma coisa? Calma já vou passar para ele.  É pra você amor!- 
Flaviano pálido correu para atender ao telefone...


CONTINUA...