Era uma
situação nova e estranha para aquela jovem, parada
ali escutando a voz de Seu João, com uma fisionomia cansada,tentando argumentar com Seu Oscar, foi demais para ela, de repente uma
força inexplicável tomou conta do seu se,e Elizabeth parou de chorar e uma
vontade de lutar pela sua felicidade fez com que ela tomasse aquele telefone e
abrisse o coração para uma pessoa que não conhecia, mais que naquele momento
representava uma grande chance, e o amor
falou mais alto, disse determinada:
- Senhor, sou Elizabeth, a pessoa responsável por tudo
que está acontecendo com Egidio, e quero
que o senhor saiba de uma coisa; amo o seu filho, e estou disposta a
lutar por esse amor, porque acredito que sou corespondida, e se o senhor sabe
onde está Egidio, por favor. Diga-me, me tire dessa tortura! - Um silêncio
angustiante se passou por alguns
segundos e a voz rouca de Seu Oscar disse muito aliviado :
- Obrigada meu Deus! eu não estou brincando com os sentimentos de Egidio,o que sinto por ele é verdadeiro, e preciso dizer isso a ele pessoalmente, posso falar com ele?
- No momento é impossível , ele não está aqui.- Respondeu Seu Oscar mais tranquilo.
- Como? Não entendi.- Falou a garota confusa.
- Agora sei que meu filho não está sozinho nessa cidade,
realmente vocês se preocupam com ele, por
isso vou te dá o endereço de onde ele está. - Disse o pai de Egidio.
- Pode falar, nós vamos cuidar bem dele, prometo! – Muito
nervosa pediu a Fláviano para anotar
o endereço. Mas a voz de Seu Oscar fez uma observação:
- Calma! Tem um detalhe, Meu filho está escondido, como se fosse um bandido e por enquanto não pode aparecer. Vou trazer-lo de volta para casa, tem gente que não gosta dele.-
- Porque? É o meu
pai o causador dessa atitude, o senhor sabe de alguma coisa?. - No fundo
Elizabeth já sabia a verdade, só não queria admitir.
- Não posso dizer
nada, e nem quero que mais ninguém saiba
onde ele está, até eu chegar ai.,vou ter que tomar certas decisões, espero que me entenda! - Falou Seu Oscar com determinação, ele era homem da lei (um policial).
- E o senhor pretende chegar quando? Eu tenho muita coisa
pra conversar com Egidio-
- Acho melhor você ouvir o que ele tem pra te dizer. Vou
chegar amanhã ás 6hs e vou direto encontrar com meu filho, ele está precisando muito de mim.- Era a voz de um pai
sofrendo.
- Seu Oscar! irei te buscar na estação , quero conhecer o
pai do meu amigo,quase filho, aprendi muito sobre família com ele, e hoje tenho esperança de encontrar o meu filho.- agora era
a voz do Seu João falando de pai para pai.
- Se não for
incômodo, te agradeço preciso mesmo de uma companhia para me locomover na cidade grande, então até amanhã.-
Depois que o telefone foi colocado no gancho, Seu João
olhou para Elizabeth e disse com ternura :
- Você é uma garota corajosa, conseguiu conquistar o
seu futuro sogro mesmo de longe. - e uma mistura de risos e lagrimas todos se
abraçaram com alegria , afinal de contas Egidio estava bem , pelos menos pro em
quanto.
Como eram 11 e meia da manhã, Marly sugeriu alegremente:
- Que tal almoçarmos todos no nosso cantinho
preferido?-
- Que ideia maravilhosa querida, pra mim tá ótimo. - Fláviano abraçou a noiva concordando.
- Eu aceito, pois não tenho vontade nenhuma de ir para
casa. – disse Elizabeth.
A felicidade era tanta por saber que Egidio estava vivo mesmo não sabendo onde ele estava os cinco amigos entrar
no carro cantarolando uma musica que tocava num radio antigo que seu João tinha estalo no seu automóvel, e nem notaram que um carro preto com dois homens estranhos seguia o carro dos jovens. Quando chegaram no restaurante GRANDE PONTO estacionaram em frente ao estabelecimento, o mesmo aconteceu com o outro carro, e dois homens observava a turma de amigos. quando de repente um dos homens desceu do carro e se escondeu atras da coluna.
Como Marly havia esquecido a bolça no carro, Flaviano voltou para pegar, quando um dos homens se aproximou e ....
Como Marly havia esquecido a bolça no carro, Flaviano voltou para pegar, quando um dos homens se aproximou e ....





