- O que aconteceu com Betinha?- perguntou Egídio preocupado.
- Ela caiu e não consegue caminhar. - disse Nice.
Os dois andavam rapidamente da frente, e rex ( o cachorrinho)
colado nas pernas de Egídio quase o
derrubando parecia querer ajudar, e os
outros seguiam logo atrás.
Alguns metros mais adiante, Betinha estava sentada na grama
gemendo de dor, Egídio correu se ajoelhando junto a ela observou que o pé
esquerdo estava bastante enxado e preocupado perguntou:
- Meu Deus! Como isso
aconteceu?- mesmo sentindo muita dor,
Elizabeth sentiu uma alegria imersa invadir seu coração ao notar a preocupação
de Egídio e o carinho que a carregou para dentro da casa.
- Você saiu correndo sem ao menos me escutar. - falou Egídio.
- Vocês vão ter tempo para conversar, temos que leva-la ao medico, está muito enxado. – disse o pai de Egídio
- Vocês vão ter tempo para conversar, temos que leva-la ao medico, está muito enxado. – disse o pai de Egídio
- Eu e João vamos leva-la para o hospital. – disse Nice segurando
a mão da amiga.
Algumas horas mais tarde do hospital onde Elizabeth
trabalhava, ela foi atendida com muito carinho pelos colegas.
- Graças a Deus não foi nada grave, só uma torção, precisa
de repouso. Ah! posso saber porque não venho trabalhar hoje? Perguntou Monica, uma das colegas de Elizabeth.
- Prometo que te conto quando melhorar do pé. - disse Betinha cortando o assunto.
- Prometo que te conto quando melhorar do pé. - disse Betinha cortando o assunto.
- Agora vamos para
minha casa. - falou Nice empurrando a
cadeira de rodas em direção ao carro que Seu João esperava, Betinha estava com
o pé enfaixando.
Na casa de Nice Elizabeth deitada no sofá com o olhar
perdido do teto, perguntou para amiga que estava sentada junto dela.
- O que vou fazer agora? Minha vida está uma bagunça. –
disse a jovem. –
- Calma! Tudo vai dá certo,
primeiro passo é conversar com Egídio e esclarecer tudo.-
- Será que ele ainda quer ficar comigo,depois de tudo que
passou por minha causa?-
- Você só vai saber a noite, parece que ele tem muita coisa
para te contar. – falou Nice.
- Preciso ter uma conversa muito seria com meu pai, ele deve
está me procurando.- disse Betinha com um suspiro de cansaço.
Não se preocupe, pedir a João que fosse até sua casa e falar
pra Seu Albino que você iria dormir aqui essa noite. Disse a amiga tentando
acalma-la.
- Tenho receio que ele venha aqui, ele está muito
desconfiado. – disse Betinha.
- Que venha ,ele vai ouvir umas verdades, gosto muito dele,
mas não esperava certas atitude da parte
dele.– disse Nice um pouco brava.
Depois do almoço as duas amigas conversavam mais tranquilas, quando de repente alguém toca
a campainha da porta. Nice vai abrir.
- Espero não está
atrapalhado, mas não conseguir esperar até a noite. – Era Egídio com outra aparência,
barbeado e perfumado, só o olhar demonstrava tristeza.
- Entre, não tem outro jeito, é melhor que os dois resolvam
longo essa situação. – Nice falou brincando.
Elizabeth ficou imóvel, parecia ter visto um fantasma, cada passo que
Egídio dava em sua direção, seu coração disparava.
- Me perdoe chegar sem avisar, meu pai me pedindo pra vim a noite, não
conseguir esperar. - falou Egídio.
- Eu, eu estou muito contente em te ver. - Betinha falou gaguejando.
- Me responda, essa
foto abraçada com Dr. Eduardo o que significa? - perguntou Egídio.
- Significa muito, foi o dia que Eduardo conseguiu a formula
para o filho de Nice, ele estava muito doente, e quando Eduardo consegui o remédio
eu fiquei agradecida e o abracei. -
disse Elizabeth decepcionada, pois não esperava essa desconfiança. Nice que
estava perto e ouviu a conversa,
aproximou e disse:
- Eu estava ai nesse
momento, ficamos felizes, meu filho dependia dessa formula, e me de licença realmente
vocês precisam esclarecer muita coisa. – falou Nice saindo rapidamente.
- Eu sofri muito quando vi essa foto que seu pai me mandou
junto com o dinheiro me pedindo para te deixar em paz, que você iria casar com
o medico. – Egídio falou angustiado.
- Eu te amo, e nunca
me passou pela cabeça desistir desse amor.- disse Betinha baixado a cabeça, não
queria que Egídio visse as lagrimas que corria pelo rosto.
Egídio se aproximou segurou o rosto de Betinha enxugou as
lagrima com as pontas do dedo e a beijou demonstrando o grande amor que sentia por ela, aquele beijou disse tudo que com palavras talvez não pudessem expressar. a linguagem do beijo selava o amor.
Novamente a campainha da porta tocou e Nice apareceu para
abri :
- Quem será dessa vez. – disse Nice, abrindo a porta.

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