Apesar do sol ainda brilhar lá fora, a casa estava escura, porque as janela estavam fechadas, e as cortinas impediam a claridade de entrar, tornando o ambiente muito pesado.
Ao entrar no quarto, pai e filha se olharam por alguns instantes, procurando as palavras corretas para iniciar aquele dialogo muito difícil, sem perder o respeito um pelo outro. Elizabeth tomou a iniciativa com tristeza:
- Estou decepcionada com o senhor, não esperava que posse capaz de certas atitudes. -
- De que atitudes você se refere? Perguntou Sr. Albino fingindo inocência.
- Agora eu entendi você se refere ao fato de mandar investigar o rapaz que minha filha diz está apaixonada, e o que há de errado nisso? - disse o pai.
- Com que direito o senhor toma essa decisão de oferecer dinheiro a Egídio, isso é um suborno. - falou a moça.
- Com o direito de pai, que defende a filha, de pessoas aproveitadoras, que só abusar da sua ingenuidade. - a expressão da moça mudou ao escutar aquelas palavras.
- O senhor me trata como uma doente mental, e fique sabendo que Egídio não é nenhum aproveitador, é um rapaz trabalhador e gosta de mim. –
- Me explique então porque o rapaz trabalhador, que diz gostar de você, aceitou o dinheiro que eu ofereci e voltou correndo pra casa do papai. – falou o pai ficando de pé diante da filha.
Fique sabendo que os seus capangas lhe enganaram. – disse Elizabeth com ar triunfante.
- Não entendi, que me explicar melhor? – perguntou o pai.
- Simplesmente Egídio não aceitou a chantagem, e o seus fieis escudeiros ficaram com o dinheiro. - a moça estava feliz ao falar.
- E como você sabe disso? Deve ser mais uma cilada armada para te enganar, mas eu não vou permitir que um qualquer, venha estragar meus planos. - disse o pai.
-Seus planos é que eu case com o Dr.Eduardo, não é? eu não sou nenhuma criancinha, e o senhor esqueceu que vou fazer vinte anos? eu sei me defender, eu amo Egídio e vou lutar por esse amor.
- - Você está me desafiando? Então você sabe onde ele está? – Sr. Albino estava furioso.
- Não estou desafiando o senhor de maneira nenhuma, eu só quero ser feliz. – Elizabeth falou tentado sensibilizar o pai.
-Eu não vou aceitar de jeito nenhum esse namoro, nem que eu tenha que mandar você para bem longe daqui. – falando muito alto Sr. Albino.
- Realmente eu tentei conversar com o senhor, mas já vi que não tem acordo. – disse a moça saindo do quarto.
- Betinha, ainda não terminei, volte aqui. - falou o pai.
- Por hoje chega, vou descansar, amanhã tenho muita coisa pra resolver. - falou Elizabeth saindo do quarto, quando surpreendeu Marina escutando atrás da porta:
- É feio ouvir atrás da porta. - disse Elizabete para empregada.
- Eu só estou preocupada, você anda tão nervosa, nem come direito.- falou Mariana, se defendendo.
Elizabeth saiu sem dizer nada, afinal a algum tempo vem desconfiando na governanta, ela apoiava o Sr. Albino em tudo, inclusive no casamento entre ela e o medico.
Depois de tomar um banho, foi para o seu quarto tentar relaxar um pouco, estava muito cansada, tanto fisicamente como mentalmente, não via a hora se encontra com Egídio, queria falar tudo que estava dentro do seu coração, e ficou imaginando como seria o encontro com Sr.Oscar , o pai do seu amado. Com certeza era um homem integro e muito honesto, tirou essa conclusão por causa do caráter de Egídio, afinal: filho de peixinho, peixinho é! E adormeceu.
- Eu só estou preocupada, você anda tão nervosa, nem come direito.- falou Mariana, se defendendo.
Elizabeth saiu sem dizer nada, afinal a algum tempo vem desconfiando na governanta, ela apoiava o Sr. Albino em tudo, inclusive no casamento entre ela e o medico.
Depois de tomar um banho, foi para o seu quarto tentar relaxar um pouco, estava muito cansada, tanto fisicamente como mentalmente, não via a hora se encontra com Egídio, queria falar tudo que estava dentro do seu coração, e ficou imaginando como seria o encontro com Sr.Oscar , o pai do seu amado. Com certeza era um homem integro e muito honesto, tirou essa conclusão por causa do caráter de Egídio, afinal: filho de peixinho, peixinho é! E adormeceu.


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