SÉTIMO CAPITULO
Os olhos de Egídio brilharam de raiva daquele rapaz que antes tinha achado muito simpático, agora ele queria matar os seus sonhos, tirando a esperança de mudar a sua estória. O trem parou na estação, Egídio observou pela janela a multidão de pessoas para desembarcar na estação, era muita confusão, elas esbarravam uma nas outras, cada uma preocupada com sua própria vida, Egídio saiu rapidamente e misturou-se com a multidão, ninguém notava sua presença, parecia invisível e isso o deixou muito assustado não estava acostumado com a frieza de comunicação dos moradores daquela cidade, de onde veio todos se conheciam até pelo nome.
Sem perceber esbarrou em uma senhora um pouco robusta, e antes de pedir desculpas, a mulher o ofendeu e perguntou se ele está cego, só faltou bater no jovem. Esse episódio o deixou apavorado, fazendo o seu coração acelerar, as mãos soavam frio parecia que ia desmaiar, era uma sensação horrível, se encostou na pilastra,respirou fundo e ficou esperando diminuir o movimento. Nesse momento lembrou-se do rapaz que encontrara no trem, e começou a entender a preocupação dele, quando ficou sabendo dos seus planos de procurar emprego sem ao menos ter um currículo ou alguém conhecido para orienta-lo, como um relâmpago um pensamento de dúvida o atormentou : será que tomará a decisão certa? Imediatamente veio a lembrança do pai que nos momentos difíceis dizia:- Filho nada na vida é fácil, temos que ser fortes e corajosos, e sempre falava essa frase quando enfrentava momentos difíceis: "Sem lutas não há vitórias". Como seu velho tinha sabedoria! mais tranquilo, falou baixinho: - Obrigado pai! Preparava-se para pedir informação a um funcionário da leste quando uma voz familiar perguntou; - Que aconteceu? me perdoe se te ofendi, só estava preocupado com você. Vamos fazer as pazes? aperta minha mão amigo. - disse Flaviano com um sorriso tão sincero que Egídio sentiu um alívio muito grande que parecia conhece-lo a anos.
Sem perceber esbarrou em uma senhora um pouco robusta, e antes de pedir desculpas, a mulher o ofendeu e perguntou se ele está cego, só faltou bater no jovem. Esse episódio o deixou apavorado, fazendo o seu coração acelerar, as mãos soavam frio parecia que ia desmaiar, era uma sensação horrível, se encostou na pilastra,respirou fundo e ficou esperando diminuir o movimento. Nesse momento lembrou-se do rapaz que encontrara no trem, e começou a entender a preocupação dele, quando ficou sabendo dos seus planos de procurar emprego sem ao menos ter um currículo ou alguém conhecido para orienta-lo, como um relâmpago um pensamento de dúvida o atormentou : será que tomará a decisão certa? Imediatamente veio a lembrança do pai que nos momentos difíceis dizia:- Filho nada na vida é fácil, temos que ser fortes e corajosos, e sempre falava essa frase quando enfrentava momentos difíceis: "Sem lutas não há vitórias". Como seu velho tinha sabedoria! mais tranquilo, falou baixinho: - Obrigado pai! Preparava-se para pedir informação a um funcionário da leste quando uma voz familiar perguntou; - Que aconteceu? me perdoe se te ofendi, só estava preocupado com você. Vamos fazer as pazes? aperta minha mão amigo. - disse Flaviano com um sorriso tão sincero que Egídio sentiu um alívio muito grande que parecia conhece-lo a anos.
- Para selar a nossa amizade, te convido para tomar um refrigerante no bar de um amigo meu, aceita?Egídio ficou feliz com a chegada do rapaz que algumas horas atrás não passava de um desconhecido e disse: Vou procurar uma pensão para alugar um quarto.
- Sei onde fica uma bem em conta, vamos ver? Se ofereceu o amigo.
Atravessaram a rua, caminhavam em direção a um prédio antigo, quando Fláviano sugeriu:
- Vamos tomar um refrigerante em lugar aconchegante.
Era um salão muito amplo com mesas e cadeiras de madeira escura e um grande balcão onde algumas pessoas conversavam alegremente.
Fláviano e Egidio se acomodaram em das mesas, logo apareceu um homem baixo com um bigodinho engraçado e perguntou:
- Qual o pedido Fláviano? – Pepi, quero te apresentar o Egidio meu amigo do trem. Falou Fláviano batendo no ombro do amigo com firmeza, os três riram, - Queremos almoçar, aquele rango que só tem aqui.
- Estou sem fome. –murmurou Egidio achando que já era demais
-Você está achado que é de graça? Quando estiver trabalhado te dou a conta, e piscou o
olho para Pepi, que saiu rindo para buscar o almoço.
Quando saíram do GRANDE PONTO, (este era o nome do restaurante de Pepi) pararam em frente a um sobrado de dois andares, Flaviano apertou a campainha e uma senhora de cabelos grisalhos abriu a porta, sorridente falou:
- É você Flaviano, enfim lembrou da sua velha amiga. -
- Bom dia tia Zequinha, vim trazer um amigo pra senhora cuidar.- falou Flaviano beijando a testa da senhora.
- Que bom! como se chama meu jovem? - perguntou a senhora.
- Egídio.- respondeu o jovem com timidez.
- Vem meu querido, vou te mostra uma quarto confortável.
- É você Flaviano, enfim lembrou da sua velha amiga. -
- Bom dia tia Zequinha, vim trazer um amigo pra senhora cuidar.- falou Flaviano beijando a testa da senhora.
- Que bom! como se chama meu jovem? - perguntou a senhora.
- Egídio.- respondeu o jovem com timidez.
- Vem meu querido, vou te mostra uma quarto confortável.
- Obrigado tia! Egídio,amanhã me encontre do bar do Pepi, quero te apresentar uma pessoa que talvez possa te ajudar. Até amanhã amigo – apertou a mão de Egidio que disse emocionado: -Obrigado meu amigo.
Continua...
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