NONO CAPITULO
Egídio acordou assustado com o apito do trem que acabava de sair da estação da calçada, não conseguiu dormir direito, foi difícil acostumar com a cama, olhou o relógio era 09 hs estava atrasado para o encontro com seu novo amigo (Flaviano).
- Como estou horrível! - falou olhando para o espelho. Tomou um banho rápido, pois não queria chegar atrasado, tinha medo que Flaviano fosse embora e perdesse o contato.
Ainda sentindo-se estranho, correu para porta e quase esbarrou com d. Zequinha, a dona da pensão.
- Bom dia rapaz, dormiu bem? - perguntou a senhora simpática de cabelos grisalhos.
- Ah! sim, muito bem.- falou Egídio embaraçado
-Não vai tomar café? fiz um bolo de aipim. - ofereceu a boa senhora.
- Obrigado, vou me encontrar com Flaviano, logo estou de volta.- E saiu correndo, e ainda escutou a voz da senhora: - Diga a Flaviano que vou guardar um pedaço de bolo pra ele, tome muito cuidado filho a cidade é perigosa!-
- Fique tranquila tia! volto já. - respondeu já na calçada da pensão.
D. Zequinha tinha razão. pensou: como tudo era diferente da sua cidadezinha, lá os comerciantes se conhecia: o açougueiro, o padeiro, o bazar de D. Catarina, ela vendia de tudo um pouquinho: roupa, sapato ,cadernos, agulha, linha brinquedos etc.: D. Catarina era muito amiga da sua mãe, costumava na época de escola, festas e aniversários facilitar o pagamento pois sabia da dificuldades que era para criar cinco crianças. As lembranças eram muito viva em sua mente, caminhava entre as pessoas com medo de se perder pois não conhecia nada, pegou o endereço no bolso e conferiu a loja de brinquedos que ficava perto do lugar marcado.
Egídio parou enfrente da loja foi ai que lembrou-se que o natal estava próximo, bolas ,bonecas jogos e enfeites natalinos o fez sentir um aperto no coração, lembrou do ultimo natal que sua mãe preparou uma surpresa para os filhos, Naquela véspera de natal seu Oscar estava triste por não poder comprar os presentes para todas crianças, só os dois menores. Com raiva pensou: natal é uma grande injustiça, pois enquanto algumas famílias comemoram com fartura, presenteado seus filhos com presentes caros, outras sofrem por não ter como presentear seus filhos. A mãe de Egídio d. Leonidia levou os filhos até o bazar de dona Catarina, cochichou alguma coisa com ela, depois voltou com um grande sorriso nos lábios:
- Podem escolher cada um o brinquedo que gostarem, só um viu? - falou a mãe.
As crianças correram a procura mas Egídio já sabia o que queria e foi direto a para onde estava o presente dos seus sonhos: um carrinho de bombeiro, admirava essa profissão, Noêmia a irmã agarrou uma boneca de cabelos loiros, as duas mulheres sorriam ao ver alegria estampada dos rostinhos das crianças.
-Deseja alguma coisa?- era a vendedora da loja com um gorrinho vermelho.
Voltou a realidade: - Não, só estava olhando. - disse o rapaz.
-DEUS, não vou conseguir chegar a tempo. -
.O restaurante ficava do outro lado, atravessou a rua correndo, parou em frente a porta, olhou para certifica-se que realmente era " O GRANDE PONTO"
- Até que enfim, pensei que havia se perdido. - era a voz de Flaviano.
- Que alivio! pensei que nunca mais ia te encontrar. - falou feliz
- Essa é minha noiva Marly. - disse o amigo. Foi ai que notou a presença da jovem loirinha de rosto corado que pegou a mão do jovem e falou:
-Muito prazer, meu noivo falou tanto de você, que quis te conhecer.-
- O prazer é meu, Flaviano foi mais que uma pai pra mim! - falou Egídio emocionado.
- Epa! pode parar, um irmão sim pai nunca, está me chamando de velho?- argumentou Flaviano rindo.
Depois de tomarei o café, Marly perguntou a Egídio:
- Você já tem emprego? -
- Ainda não.- respondeu o rapaz.
- Posso conseguir algo provisório, só ate conseguir outro melhor.- disse Marly.
- Claro, é tudo que eu mais quero, quando posso começar?- perguntou.
- Calma, deixe Marly explicar que trabalho é, talvez você não goste.- disse Flaviano.
Era na oficina do pai de Marly, para auxiliar um funcionário antigo, Egídio simplesmente adorou, pois gostava muito de carros.
- Eu prometo que vou me esforçar para aprender a profissão de mecânico.- falou feliz.
- Então amanhã bem cedo esteja desse endereço, é fácil, fica atrás dessa rua.- Marly entregou um papel na mão de Egídio.
-Amanhã será um novo dia! - pensou.
CONTINUA...
- Que alivio! pensei que nunca mais ia te encontrar. - falou feliz
- Essa é minha noiva Marly. - disse o amigo. Foi ai que notou a presença da jovem loirinha de rosto corado que pegou a mão do jovem e falou:
-Muito prazer, meu noivo falou tanto de você, que quis te conhecer.-
- O prazer é meu, Flaviano foi mais que uma pai pra mim! - falou Egídio emocionado.
- Epa! pode parar, um irmão sim pai nunca, está me chamando de velho?- argumentou Flaviano rindo.
Depois de tomarei o café, Marly perguntou a Egídio:
- Você já tem emprego? -
- Ainda não.- respondeu o rapaz.
- Posso conseguir algo provisório, só ate conseguir outro melhor.- disse Marly.
- Claro, é tudo que eu mais quero, quando posso começar?- perguntou.
- Calma, deixe Marly explicar que trabalho é, talvez você não goste.- disse Flaviano.
Era na oficina do pai de Marly, para auxiliar um funcionário antigo, Egídio simplesmente adorou, pois gostava muito de carros.
- Eu prometo que vou me esforçar para aprender a profissão de mecânico.- falou feliz.
- Então amanhã bem cedo esteja desse endereço, é fácil, fica atrás dessa rua.- Marly entregou um papel na mão de Egídio.
-Amanhã será um novo dia! - pensou.
CONTINUA...
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